Segurança para Agências de Viagem e Turismo Receptivo
OTAs e agências receptivas processam pagamentos, passaportes e reservas integradas a GDS — um alvo concentrado de fraude de reserva, account takeover e vazamento de documentos. Veja como a Decripte responde a esses incidentes e estrutura a defesa.
Direct answer
Para proteger uma agência de turismo receptivo ou OTA é preciso tratar três superfícies simultaneamente: a plataforma de reservas e suas integrações com GDS/fornecedores (onde nasce a fraude de reserva e a manipulação de tarifas), as contas dos viajantes e do programa de pontos (onde ocorre o account takeover e o roubo de milhas) e a identidade da marca na internet (onde o golpe de falsa agência sequestra clientes antes mesmo de eles chegarem ao seu site). A Decripte ataca os três de uma vez: pentest da plataforma e das integrações GDS para fechar as brechas de lógica de negócio e injeção, SOC 24x7 com antifraude calibrado para reserva e ATO, detecção de impersonação de marca para derrubar páginas falsas, e conformidade PCI-DSS e LGPD para que pagamentos com cartão e documentos de viajantes (passaporte, CPF, dados de menores) sejam tratados sob controle. O caminho recomendado é começar pelo diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.com.br/intelligence-center, que mapeia sua exposição real — domínios falsos, credenciais vazadas e ativos expostos — antes de você decidir qualquer investimento.
24/7
SOC monitorando reservas e logins
<=1h
SLA de contenção em incidentes
PCI-DSS
Obrigatório para quem processa cartão
LGPD
Passaporte e dados de viajante são dados pessoais
In summary
- ›A fraude no turismo receptivo raramente é só técnica: ela explora lógica de negócio — preço, disponibilidade, regras de cancelamento e a confiança entre agência, GDS e fornecedor.
- ›Account takeover de contas de viajante e o roubo de pontos/milhas são monetizáveis em minutos; sem detecção de comportamento e MFA bem implementado, a perda é direta.
- ›Passaporte, CPF, data de nascimento e dados de menores tornam a agência um controlador de dados pessoais sob a LGPD — vazamento é incidente reportável à ANPD.
- ›Quem processa cartão está sob PCI-DSS; tokenização e segregação do ambiente de dados de portador (CDE) reduzem drasticamente o escopo e o risco.
- ›A impersonação de marca (falsa agência) desvia clientes e fraudes para fora do seu controle — derrubá-la é tão importante quanto blindar seu próprio site.
- ›O ponto de partida de menor atrito é o diagnóstico gratuito em decripte.com.br/intelligence-center, que revela a exposição antes de qualquer decisão de investimento.
Cibersegurança para Turismo Receptivo e Agências de Viagem Online
OTAs e agências receptivas processam pagamentos, passaportes e reservas integradas a GDS — um alvo concentrado de fraude de reserva, account takeover e vazamento de documentos. Veja como a Decripte responde a esses incidentes e estrutura a defesa.
Por que o turismo receptivo é um alvo concentrado
O turismo receptivo e as agências de viagem online operam exatamente sobre os três ativos que mais interessam ao crime financeiro: dinheiro em trânsito, identidade e confiança. Cada reserva confirmada envolve um pagamento (cartão de crédito, Pix, voucher corporativo), um conjunto de documentos pessoais sensíveis (passaporte, CPF, data de nascimento, às vezes dados de menores e necessidades especiais) e uma cadeia de integrações com sistemas de terceiros — GDS como Amadeus, Sabre e Travelport, consolidadoras, conectores de hotelaria, gateways de pagamento e programas de fidelidade. Essa concentração transforma a plataforma em um único ponto onde fraude de reserva, account takeover e vazamento de dados podem ser monetizados de formas diferentes a partir da mesma intrusão.
O agravante é a topologia: a agência quase nunca controla a ponta inteira. Ela recebe inventário e tarifas via GDS e fornecedores, repassa pagamentos a operadoras, e entrega ao cliente final um produto que depende de dezenas de sistemas externos. Qualquer falha de validação na fronteira entre esses sistemas — uma tarifa que não é reconferida no fechamento, um campo de passageiro que aceita injeção, um fluxo de cancelamento que não amarra estorno e reemissão — vira uma alavanca de fraude. O atacante não precisa quebrar criptografia; ele explora a lógica de negócio que costura esses sistemas.
A fraude aqui é de lógica, não só de exploit
No turismo, a maior parte das perdas vem de abuso de regras legítimas: tarifa manipulada entre cotação e emissão, reembolso disparado sem viagem, crédito de cancelamento reutilizado, ponto/milha transferido para conta-laranja. Ferramentas genéricas de segurança não enxergam isso — é preciso testar e monitorar o fluxo de negócio, não apenas a infraestrutura.
Por isso a defesa de uma agência receptiva não pode ser tratada como a de um e-commerce qualquer. O carrinho aqui é uma máquina de estados complexa (cotação, bloqueio de inventário, emissão, remarcação, cancelamento, estorno) integrada a sistemas que respondem em tempo real e cujas mensagens carregam dinheiro. Segurança eficaz significa entender essa máquina de estados e fechar cada transição onde a confiança é assumida em vez de verificada.
As quatro ameaças que mais derrubam agências de viagem
1. Fraude de reserva e de cartão sobre o GDS
A fraude de reserva combina cartão roubado (carding) com manipulação do fluxo de emissão. O atacante testa cartões em valores baixos, identifica os que passam pelo gateway, e então emite passagens ou reservas de alto valor que são vendidas em mercados paralelos ou usadas para lavagem. Quando a agência integra-se diretamente ao GDS, cada emissão consome inventário real e gera custo imediato com a operadora — o chargeback chega depois, mas o prejuízo do bilhete já aconteceu. Há ainda a manipulação de tarifa: a diferença de tempo e de fonte entre a cotação exibida ao cliente e o valor efetivamente cobrado/emitido pode ser explorada quando o sistema não reconcilia os dois no fechamento.
2. Account takeover e roubo de milhas/pontos
As contas de viajante acumulam saldo de pontos, milhas e crédito de viagem que têm liquidez própria. O account takeover (ATO) acontece por credential stuffing — uso massivo de pares e-mail/senha vazados em outros serviços — ou por phishing direcionado. Uma vez dentro, o fraudador altera dados de contato, transfere pontos para contas-laranja, resgata vouchers e às vezes captura os dados de cartão salvos. Como muitos programas de fidelidade têm reversão lenta, a janela entre o roubo e a detecção define o prejuízo.
Por que o credential stuffing funciona tão bem aqui
O viajante reutiliza senhas entre companhias aéreas, hotéis e agências. Uma base vazada de outro serviço alimenta tentativas automatizadas contra o seu login. Sem rate limiting por comportamento, detecção de impossível-viagem e MFA bem aplicado, uma fração dessas tentativas converte em ATO — e cada conta com pontos é dinheiro.
3. Vazamento de passaportes e dados de viajantes
Para emitir e operar, a agência coleta passaporte, CPF, data de nascimento, e frequentemente dados de menores, necessidades médicas e itinerário completo — informação que, agregada, permite engenharia social, fraude de identidade e até risco físico (saber quem está fora de casa e quando). Esses registros costumam ficar em buckets, planilhas, sistemas legados e caixas de e-mail de atendimento. Um vazamento aqui não é só dano reputacional: é incidente de dados pessoais sob a LGPD, com dever de comunicação à ANPD e aos titulares quando houver risco relevante.
4. Golpe de falsa agência (impersonação de marca)
Antes mesmo de tocar na sua infraestrutura, o golpista clona sua marca: domínios parecidos (typosquatting), páginas em provedores gratuitos, perfis falsos em redes sociais e anúncios pagos que aparecem acima do seu site. A vítima paga uma reserva que nunca existiu, entrega documentos ao fraudador e culpa a sua marca. Essa ameaça vive fora do seu perímetro — só se combate com monitoramento externo contínuo (Certificate Transparency, varredura de domínios, hospedagem compartilhada) e processo de takedown.
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Pentest da plataforma e da integração GDS
O pentest de uma agência de viagem não pode parar na varredura de vulnerabilidades técnicas. Ele precisa testar a lógica de negócio do fluxo de reserva e a fronteira de integração com o GDS e fornecedores, que é onde o dinheiro circula. A Decripte estrutura o teste em camadas: aplicação web e mobile, APIs de cotação/emissão/cancelamento, e os conectores com sistemas externos.
O que o pentest de plataforma e GDS investiga
- ✓Manipulação de tarifa entre cotação e emissão (price tampering) e ausência de reconciliação no fechamento
- ✓Abuso de regras de cancelamento, estorno e crédito de viagem (reuso de voucher, estorno sem viagem)
- ✓Injeção e falhas de validação em campos de passageiro, PNR e mensagens trocadas com o GDS
- ✓Controle de acesso quebrado (IDOR) permitindo ver/alterar reservas de outros clientes
- ✓Bypass de autorização em endpoints administrativos e de operadores
- ✓Falhas de autenticação e gestão de sessão que habilitam ATO
- ✓Exposição de dados sensíveis (passaporte, cartão, PNR) em respostas de API, logs e URLs
- ✓Segurança dos webhooks e callbacks do gateway de pagamento e fornecedores
- ✓Rate limiting e proteção contra automação (carding, enumeração de reservas, credential stuffing)
O teste segue metodologia reconhecida — OWASP para aplicação web e API (incluindo as classes de Broken Object Level Authorization e Broken Function Level Authorization, típicas de plataformas integradas) — mas a profundidade vem do entendimento do negócio. Encontrar um IDOR que expõe a reserva do vizinho é relevante; encontrar a transição de estado onde um cancelamento gera crédito reutilizável sem baixar o inventário é o que evita a fraude que realmente dói no caixa.
Pentest com prova de impacto, não só lista de CVE
Cada achado vem com cenário de exploração, evidência e o efeito no negócio (perda financeira, exposição de dados, dano à marca) e a recomendação de correção priorizada. O objetivo é que o time de produto e o financeiro entendam o risco na linguagem deles, não só o time técnico.
SOC 24x7 antifraude: detectar antes do chargeback
A reserva fraudulenta e o account takeover acontecem em minutos, frequentemente de madrugada e em fins de semana, quando o time interno está ausente. O SOC 24x7 da Decripte monitora continuamente os sinais que antecipam essas perdas, correlacionando eventos de login, transação e comportamento para disparar contenção antes que o bilhete seja emitido ou os pontos transferidos.
Sinais que o SOC antifraude monitora
- ✓Picos de tentativas de login a partir de poucos IPs ou muitos IPs com mesmo padrão (credential stuffing)
- ✓Logins de geolocalização impossível para o mesmo usuário em curto intervalo
- ✓Múltiplas tentativas de cartão em sequência (BIN attack / card testing)
- ✓Reservas de alto valor logo após cadastro ou após mudança de dados de contato
- ✓Transferência de pontos/milhas para contas recém-criadas ou para destinos atípicos
- ✓Acesso anômalo de operadores internos a grandes volumes de reservas ou documentos
- ✓Tráfego de bots em endpoints de cotação e disponibilidade
- ✓Exfiltração: volumes incomuns de download de PNRs, passaportes ou relatórios
A diferença entre um SOC genérico e um SOC calibrado para turismo está nas regras de correlação. Um login a partir de outro país pode ser um cliente real em viagem — exatamente o público do receptivo. Por isso a detecção combina sinais (velocidade, dispositivo, histórico, valor da operação, mudança recente de dados) em vez de bloquear por geografia, evitando falso positivo que trava o cliente legítimo no momento da compra. Quando um padrão cruza o limiar, o playbook do setor entra em ação: desafio de autenticação, hold da transação, e escalonamento para o analista.
Antifraude é calibragem, não bloqueio bruto
Bloquear por IP, ASN ou país inteiro derruba clientes reais e não para o fraudador determinado, que usa proxies residenciais. A Decripte ajusta o antifraude por comportamento e risco da operação — o atrito sobe só quando o risco sobe — preservando a conversão das reservas legítimas.
Conformidade PCI-DSS e LGPD no contexto da agência
Quem armazena, processa ou transmite dados de cartão está sujeito ao PCI-DSS, padrão do setor de cartões. Para uma agência, o caminho de menor risco e menor custo é reduzir o escopo: não tocar no número do cartão em texto claro. Isso se faz com tokenização e redirecionamento/iframe do gateway, isolando o ambiente de dados do portador (CDE) do resto da plataforma. Quanto menos sistemas tocam o cartão, menor o escopo de auditoria e menor a chance de vazamento.
Frentes de conformidade no turismo receptivo
- ✓PCI-DSS: tokenização, segmentação do CDE, controle de acesso, logging e teste periódico do ambiente de pagamento
- ✓LGPD: base legal para coleta de passaporte/CPF/dados de menores, minimização e retenção definida
- ✓LGPD: tratamento de dados de viajantes como dados pessoais e, quando aplicável, dados de crianças e adolescentes com proteção reforçada
- ✓Plano de resposta a incidentes com fluxo de comunicação à ANPD e aos titulares quando houver risco relevante
- ✓Gestão de fornecedores e operadores (GDS, consolidadoras, gateways) como suboperadores, com responsabilidades contratuais claras
- ✓Criptografia em trânsito e em repouso para documentos e PNRs; controle de acesso por necessidade
No lado da LGPD, o passaporte, o CPF, a data de nascimento e o itinerário são dados pessoais — e dados de menores exigem cuidado reforçado. A agência precisa demonstrar base legal para a coleta (em geral execução de contrato), aplicar minimização (não pedir o que não usa), definir prazo de retenção e ter um plano de resposta que inclua a comunicação à ANPD e aos titulares quando o incidente trouxer risco relevante. A Decripte estrutura esses controles de forma que conformidade e operação convivam, sem transformar segurança em obstáculo à venda.
Conformidade reduz escopo, e escopo menor é risco menor
O maior ganho de PCI-DSS para uma agência não é o certificado — é a arquitetura que tira o cartão do seu ambiente. Menos lugares com dado sensível significa menos para auditar, menos para vazar e menos para o atacante encontrar.
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Detecção de impersonação de marca e takedown
O golpe de falsa agência é, para muitos clientes, a primeira coisa que eles associam à sua marca quando algo dá errado — mesmo que a fraude tenha ocorrido inteiramente fora do seu controle. Combater isso exige vigilância externa contínua e capacidade de derrubar a infraestrutura do golpista rapidamente.
Como a Decripte caça impersonação de marca
- ✓Monitoramento de Certificate Transparency por novos certificados emitidos para domínios parecidos com o seu
- ✓Varredura de typosquatting e variações de domínio que imitam a marca
- ✓Detecção de páginas hospedadas em provedores gratuitos (netlify, vercel e similares) que clonam seu site, com checagem de conteúdo HTTP para evitar falso positivo de DNS curinga
- ✓Monitoramento de perfis e anúncios falsos que se passam pela agência
- ✓Coleta de evidências e acionamento de takedown junto a registradores, provedores e plataformas
- ✓Alerta proativo ao seu time para comunicação aos clientes
A detecção precisa de critério: um domínio recém-registrado parecido com o seu nem sempre é malicioso, e um provedor de hospedagem compartilhada com DNS curinga pode gerar falso positivo. Por isso a verificação combina o sinal inicial (certificado, nome de domínio) com uma checagem do conteúdo efetivamente servido, confirmando que a página de fato imita a sua marca antes de acionar takedown. Esse rigor evita ruído e mantém o foco nas ameaças reais.
Estruturando a segurança como parte da operação
Responder a incidentes é necessário, mas a maturidade vem de estruturar a segurança para que os incidentes se tornem raros e contidos por desenho. Para uma agência de turismo receptivo, isso significa tratar a plataforma de reservas, as identidades e a marca como ativos protegidos por controles contínuos — não por esforços pontuais antes de uma auditoria.
Onde a maioria das agências está hoje
Plataforma integrada ao GDS sem teste de lógica de negócio; login sem MFA forte e sem detecção de credential stuffing; passaportes e cartões espalhados entre buckets, planilhas e e-mails de atendimento; nenhuma vigilância sobre domínios falsos. Cada uma dessas lacunas é um vetor já explorado no setor.
A transição para um estado defensável é incremental e mensurável. Começa por enxergar a exposição (diagnóstico), segue por fechar as brechas de maior impacto (pentest e correções), instala detecção e resposta contínuas (SOC), e amarra tudo com conformidade e governança. O resultado é uma operação onde o time de produto pode lançar com confiança, o financeiro vê a fraude cair, e o jurídico tem um plano de resposta pronto para a ANPD.
Comece enxergando, depois decida investir
Antes de qualquer contrato, o diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.com.br/intelligence-center mostra sua exposição real: domínios falsos imitando a marca, credenciais de funcionários e clientes vazadas, e ativos expostos na internet. É a forma de menor atrito de entender o risco com dados, não com suposição.
Anatomia de um incidente de fraude de reserva com roubo de pontos (exemplo real descaracterizado)
Real, de-identified example
Exemplo real descaracterizado (sem identificar o cliente). Uma agência de turismo receptivo de médio porte, com plataforma própria integrada a GDS e a um programa de pontos, começa a registrar um volume anormal de cancelamentos e reclamações de clientes que dizem ter tido milhas transferidas sem autorização. Ao mesmo tempo, o financeiro percebe um aumento de chargebacks em reservas de alto valor emitidas na madrugada. Os dois fenômenos parecem separados, mas têm origem comum: uma campanha que combinou credential stuffing (com bases de senhas vazadas de outros serviços) e abuso da lógica de emissão e cancelamento da plataforma.
Detecção
O SOC 24x7 correlaciona três sinais que o time interno via como ruído isolado: um pico de tentativas de login distribuídas, transferências de pontos para contas recém-criadas e reservas de alto valor logo após mudança de dados de contato. O cruzamento desses eventos dispara um alerta de fraude coordenada, não de incidentes avulsos.
Contenção
Dentro do SLA de até 1 hora, a Decripte aplica contenção cirúrgica: hold automático nas transações de alto risco, desafio de autenticação adicional nos logins suspeitos, congelamento das transferências de pontos das contas marcadas e bloqueio temporário dos endpoints sob ataque de automação — tudo calibrado para não derrubar o cliente legítimo em viagem.
Investigação
A análise identifica o vetor duplo: contas comprometidas por credential stuffing (sem MFA e sem detecção de comportamento) e uma transição de estado no fluxo de cancelamento que gerava crédito de viagem reutilizável sem baixar o inventário, permitindo emitir bilhetes 'pagos' com crédito fraudulento. Os PNRs e IPs envolvidos são correlacionados em um produto de inteligência.
Erradicação
As correções fecham a brecha de lógica (reconciliação obrigatória entre cancelamento, estorno e crédito), forçam reset de credenciais das contas comprometidas, implementam MFA e detecção de credential stuffing no login, e endurecem o rate limiting e a proteção antiautomação dos endpoints de cotação e transferência de pontos.
Recuperação
As reservas fraudulentas são revertidas com o GDS e o gateway antes que parte dos bilhetes fosse usada, as milhas roubadas são estornadas aos titulares, e o programa de pontos passa a exigir reautenticação para transferências. A comunicação aos clientes afetados é estruturada com base no plano de resposta, e o evento é avaliado sob a ótica da LGPD para decidir sobre comunicação à ANPD.
Lições e estruturação
O incidente vira gatilho para estruturar a segurança de forma contínua: pentest periódico do fluxo de negócio e da integração GDS, SOC 24x7 antifraude permanente, detecção de impersonação de marca (que revelou domínios falsos coletando documentos), e adequação PCI-DSS/LGPD. A fraude pontual deixa de ser surpresa e passa a ser evento monitorado e contido por desenho.
Outcome with Decripte
Neste exemplo real descaracterizado, a combinação de detecção correlacionada e contenção dentro de até 1 hora interrompe a campanha antes que a maior parte do prejuízo se concretize, recupera milhas e reverte reservas fraudulentas. Mais importante, a agência sai do modo reativo: a brecha de lógica é eliminada, o login ganha MFA e detecção de ATO, e a marca passa a ser vigiada contra impersonação. O caminho que a Decripte recomenda para qualquer agência antes de viver esse cenário é o diagnóstico gratuito em decripte.com.br/intelligence-center, que teria revelado as credenciais vazadas e os domínios falsos com antecedência.
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Como a Decripte responde a um incidente em uma agência de viagem
Quando a fraude de reserva, o account takeover ou o vazamento já estão em curso, a velocidade e a precisão da resposta definem o tamanho do prejuízo. O processo da Decripte é calibrado para o turismo receptivo, onde a contenção precisa parar a fraude sem travar o cliente legítimo.
- Detecção e triagem: o SOC 24x7 correlaciona sinais de login, transação e comportamento para distinguir fraude coordenada de ruído, classificando severidade e ativando o playbook do setor.
- Contenção em até 1 hora: aplica hold em transações de alto risco, desafio de autenticação nos logins suspeitos, congelamento de transferências de pontos e bloqueio cirúrgico de endpoints sob automação, preservando as reservas legítimas.
- Investigação e correlação: identifica o vetor (credential stuffing, brecha de lógica de emissão/cancelamento, ATO, exfiltração de documentos) e correlaciona PNRs, IPs e contas em um produto de inteligência.
- Erradicação: fecha a falha de lógica de negócio, força reset e MFA nas contas comprometidas, endurece rate limiting e proteção antiautomação, e remove acessos e persistência do atacante.
- Recuperação com GDS e gateway: reverte reservas fraudulentas, estorna pontos e milhas roubados, e restaura a operação com as contas saneadas antes que os bilhetes sejam usados.
- Avaliação regulatória: analisa o incidente sob LGPD e PCI-DSS, apoiando a decisão de comunicação à ANPD e aos titulares e a notificação às bandeiras/gateway quando aplicável.
- Comunicação e takedown: estrutura o aviso aos clientes afetados e, se houver impersonação associada, aciona o takedown dos domínios e páginas falsas.
- Lições aprendidas: consolida o incidente em recomendações de hardening e alimenta a estruturação contínua para que o mesmo vetor não se repita.
Como a Decripte estrutura a segurança de uma agência receptiva
A resposta a incidentes resolve o agora; a estruturação reduz a frequência e o impacto dos próximos. A Decripte organiza a defesa do turismo receptivo em pilares que cobrem a plataforma, a identidade, a marca e a conformidade de forma contínua.
Plataforma e integração GDS endurecidas
Pentest periódico do fluxo de reserva e dos conectores com GDS, fornecedores e gateways, com foco em lógica de negócio (tarifa, cancelamento, estorno, crédito) além das falhas técnicas, e correção priorizada por impacto.
Identidade e antifraude de contas
MFA bem implementado, detecção de credential stuffing e ATO por comportamento, proteção de pontos e milhas com reautenticação para operações sensíveis, e rate limiting calibrado para não punir o cliente legítimo.
Detecção e resposta contínuas (SOC 24x7)
Monitoramento permanente com regras de correlação específicas do turismo, playbooks de contenção e SLA de até 1 hora, transformando fraude e intrusão em eventos contidos em vez de surpresas.
Proteção da marca contra impersonação
Vigilância externa contínua (Certificate Transparency, typosquatting, hospedagem compartilhada) com verificação de conteúdo para evitar falso positivo, e processo de takedown de domínios, páginas e perfis falsos.
Conformidade PCI-DSS e LGPD
Redução de escopo do cartão por tokenização e segmentação do CDE, tratamento de passaporte e dados de viajantes (incluindo menores) sob minimização e retenção, e plano de resposta com fluxo à ANPD.
Governança e segurança de borda
WAF e proteção contra DDoS na frente da plataforma, gestão de vulnerabilidades recorrente, controle de acesso por necessidade e gestão de fornecedores como parte do programa, não como anexo.
Recommended plans for Turismo Receptivo e Agências de Viagem Online
SOC 24x7
Reservas fraudulentas, credential stuffing e roubo de pontos acontecem de madrugada e em fins de semana; o monitoramento contínuo com regras antifraude calibradas para turismo detecta e contém antes do chargeback e da transferência de milhas.
See plan →Pentest
A plataforma integrada ao GDS concentra falhas de lógica de negócio (tarifa, cancelamento, crédito) e de autorização (IDOR em reservas) que ferramentas genéricas não enxergam; o pentest prova o impacto e prioriza a correção.
See plan →Conformidade
Processar cartão exige PCI-DSS e coletar passaporte/CPF/dados de menores exige LGPD; a estruturação reduz o escopo do cartão por tokenização e organiza o tratamento de dados de viajantes com plano de resposta à ANPD.
See plan →Resposta a Incidentes
Quando a fraude já está em curso, o SLA de contenção de até 1 hora reverte reservas, congela pontos e sana contas comprometidas antes que os bilhetes sejam usados, com avaliação regulatória integrada.
See plan →Frequently asked questions
Minha agência usa um gateway de pagamento, ainda preciso me preocupar com PCI-DSS?
Sim. O uso de gateway com tokenização e iframe/redirecionamento reduz drasticamente o escopo do PCI-DSS, mas não o elimina: você ainda precisa garantir que sua plataforma não toque o número do cartão em texto claro, manter a segmentação do ambiente, controlar acessos e testar periodicamente. A boa notícia é que essa arquitetura, bem feita, deixa o escopo de auditoria pequeno e o risco de vazamento muito menor.
Passaporte e CPF de viajante contam como dado pessoal sob a LGPD?
Sim. Passaporte, CPF, data de nascimento, itinerário e, com cuidado reforçado, dados de menores e de saúde são dados pessoais. A agência é controladora desses dados e precisa de base legal para coletá-los (geralmente execução de contrato), aplicar minimização e retenção definidas, e ter um plano para comunicar incidentes à ANPD e aos titulares quando houver risco relevante.
Como diferenciar um cliente real viajando no exterior de um account takeover?
Não se bloqueia por geografia, porque o público do receptivo viaja por definição. A detecção combina vários sinais — velocidade impossível entre logins, dispositivo novo, mudança recente de dados de contato, valor e tipo da operação, histórico da conta — e só eleva o atrito (desafio de autenticação, hold) quando o conjunto indica risco. Isso preserva a conversão do cliente legítimo.
O que o pentest encontra que um scanner de vulnerabilidades não acha?
O scanner acha falhas técnicas conhecidas. O pentest da Decripte testa a lógica de negócio: a transição de estado onde um cancelamento gera crédito reutilizável, a diferença entre tarifa cotada e emitida, o IDOR que mostra a reserva de outro cliente, o fluxo de estorno que pode ser disparado sem viagem. São exatamente as brechas que mais geram fraude no turismo e que ferramentas automatizadas não enxergam.
Tem um site falso usando o nome da minha agência. O que dá para fazer?
A Decripte monitora continuamente Certificate Transparency, variações de domínio e provedores de hospedagem para detectar páginas que clonam sua marca, com verificação do conteúdo servido para evitar falso positivo. Confirmada a impersonação, coletamos evidência e acionamos o takedown junto a registradores, provedores e plataformas, além de alertar seu time para avisar os clientes.
Quanto tempo a Decripte leva para conter um incidente de fraude em andamento?
O SLA de contenção é de até 1 hora. Na prática, isso significa aplicar hold nas transações de alto risco, desafiar os logins suspeitos, congelar transferências de pontos e bloquear endpoints sob automação rapidamente, interrompendo a campanha antes que a maior parte do prejuízo se concretize — para depois investigar, erradicar e recuperar.
Como começo sem fechar um contrato grande de imediato?
Pelo diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.com.br/intelligence-center. Ele mapeia sua exposição real — domínios falsos imitando sua marca, credenciais de funcionários e clientes vazadas, ativos expostos na internet — para você decidir o investimento com base em dados. Os planos pagos ficam disponíveis em /planos quando fizer sentido avançar.
Minha plataforma é integrada a vários fornecedores e ao GDS. Isso complica a segurança?
Complica, e é exatamente onde mora o risco. Cada fronteira entre seu sistema e um terceiro é um ponto onde a confiança pode ser assumida em vez de verificada — e onde nasce a fraude de tarifa e de emissão. A Decripte testa essas integrações no pentest, monitora seu comportamento no SOC e trata os fornecedores como parte do seu programa de segurança, não como caixas-pretas.
Sector terms
- GDS (Global Distribution System)
- Sistema de distribuição global como Amadeus, Sabre e Travelport que conecta agências ao inventário de companhias aéreas, hotéis e locadoras em tempo real. Cada emissão consome inventário e gera custo imediato, o que torna a fronteira de integração um alvo crítico de fraude.
- Account Takeover (ATO)
- Tomada de uma conta legítima por um atacante, geralmente via credential stuffing ou phishing. No turismo, leva ao roubo de pontos/milhas, resgate de vouchers e captura de dados de cartão salvos.
- Credential stuffing
- Uso automatizado de pares e-mail/senha vazados em outros serviços para tentar acesso em massa ao seu login. Funciona porque viajantes reutilizam senhas entre companhias, hotéis e agências.
- PCI-DSS
- Padrão de segurança do setor de cartões de pagamento aplicável a quem armazena, processa ou transmite dados de cartão. Tokenização e segmentação do ambiente de dados do portador (CDE) reduzem o escopo de conformidade e o risco.
- Impersonação de marca
- Criação de sites, domínios, perfis ou anúncios falsos que se passam pela agência para enganar clientes, coletar pagamentos e documentos. Vive fora do seu perímetro e exige monitoramento externo e takedown.
- PNR (Passenger Name Record)
- Registro de reserva que contém dados do passageiro e do itinerário trocados entre a agência e o GDS. Sua exposição em logs, URLs ou respostas de API é um vetor de vazamento de dados de viajantes.
Decripte protects and responds to incidents in turismo receptivo e agências de viagem online.
Pentest, 24x7 SOC, incident response with a 1-hour containment SLA and compliance — without building an internal team. Or start free by seeing what has already leaked from your company.
