Segurança para Clínica Popular: do Ransomware que Para o Atendimento à Estruturação de LGPD que Cabe no Orçamento
Clínicas populares e policlínicas de alto fluxo concentram milhares de prontuários e pagamentos sobre infraestrutura barata e exposta. Este é um caso de como a Decripte contém o incidente, recupera o atendimento e estrutura um programa de segurança proporcional ao porte.
Direct answer
Para proteger uma clínica popular você precisa de quatro camadas trabalhando juntas: hardening e gestão de vulnerabilidades sobre o sistema de gestão clínica e os endpoints da recepção; backups imutáveis e testados que sobrevivam a um ataque de ransomware; um programa de LGPD para dados de saúde (dado pessoal sensível, art. 11 da Lei 13.709/2018) dimensionado ao porte; e monitoramento contínuo com capacidade de resposta a incidentes 24x7. O erro recorrente do setor é tratar segurança como um antivírus na recepção enquanto o servidor de prontuários fica exposto, sem backup offline e sem ninguém olhando os logs fora do horário comercial — exatamente a janela em que o ransomware costuma detonar. A Decripte estrutura essas camadas de forma acessível ao porte da clínica popular, sem exigir um time interno de segurança. Comece pelo diagnóstico gratuito de exposição em decripte.com.br/intelligence-center para descobrir o que está exposto antes que um atacante descubra.
24/7
SOC monitorando o ambiente
<=1h
SLA de contenção em incidente
Art. 11
LGPD: saúde é dado sensível
Sem time interno
Segurança operada pela Decripte
In summary
- ›Dados de saúde são dado pessoal sensível pela LGPD (art. 11), com regime de tratamento mais rígido; vazamento de prontuário em clínica popular tende a ser massivo pelo volume de pacientes.
- ›Ransomware em clínica popular não rouba só dados — paralisa o atendimento de alto fluxo, e a recepção sem sistema vira fila e prejuízo imediato.
- ›A causa raiz quase nunca é sofisticação do atacante: é RDP exposto, sistema de gestão sem patch, senha reutilizada e backup que estava na mesma rede criptografada.
- ›Backup imutável e testado é a diferença entre recuperar em horas e pagar resgate; backup que nunca foi restaurado não é backup, é esperança.
- ›A Decripte estrutura o programa de LGPD e a defesa técnica de forma proporcional ao porte da clínica, começando pelo diagnóstico gratuito em decripte.com.br/intelligence-center.
Cibersegurança para Clínicas Populares e Policlínicas
Clínicas populares e policlínicas de alto fluxo concentram milhares de prontuários e pagamentos sobre infraestrutura barata e exposta. Este é um caso de como a Decripte contém o incidente, recupera o atendimento e estrutura um programa de segurança proporcional ao porte.
Por que a clínica popular é alvo preferencial
A clínica popular e a policlínica ocupam um ponto perigoso do mapa de risco em saúde: têm o volume de dados de um grande prestador, mas a infraestrutura e o orçamento de uma pequena empresa. Em um único dia de alto fluxo passam centenas de pacientes pela recepção, cada um deixando nome, CPF, data de nascimento, telefone, endereço, plano ou forma de pagamento e, no atendimento, dados clínicos. Esse acúmulo cresce mês a mês dentro de um sistema de gestão que raramente foi escolhido por critérios de segurança e que roda sobre servidores e estações compartilhadas, muitas vezes sem segmentação de rede.
Do ponto de vista do atacante, isso é o melhor dos mundos: muita informação sensível concentrada e poucas barreiras. Grupos de ransomware operam de forma oportunista, varrendo a internet em busca de portas de acesso remoto expostas e de sistemas desatualizados. Eles não precisam saber que é uma clínica — basta encontrar uma porta aberta. Quando entram e percebem que é um prestador de saúde, a pressão para pagar o resgate aumenta, porque a clínica não pode simplesmente fechar: cada hora parada é fila na porta, exames sem laudo e faturamento perdido.
O que torna o setor atraente para o crime
- ›Alto volume de dados pessoais sensíveis (prontuários) concentrado em poucos sistemas
- ›Infraestrutura de baixo custo, sem segmentação e sem monitoramento fora do horário comercial
- ›Dependência operacional total do sistema de gestão — parar é caro e visível
- ›Pressão regulatória e reputacional que favorece o pagamento de resgate
A combinação alto valor mais baixa defesa é exatamente o perfil que o ataque automatizado procura. E como a clínica popular trabalha com margem apertada e foco no atendimento, segurança costuma ser adiada até o dia em que o sistema não liga.
As quatro ameaças que mais paralisam o setor
1. Ransomware paralisando o alto fluxo de atendimento
É a ameaça que mais dói porque combina perda de dados com parada operacional. O ransomware criptografa o servidor do sistema de gestão, os prontuários, as agendas e, frequentemente, os próprios backups quando eles estão na mesma rede. A recepção perde acesso à agenda, o médico não vê o histórico do paciente, o faturamento trava. Em uma clínica de alto fluxo, isso vira caos em minutos: pacientes na fila, exames sem retorno e equipe sem saber o que fazer.
2. Vazamento massivo de dados de pacientes
Mesmo sem criptografar nada, o atacante pode exfiltrar a base de pacientes e vendê-la ou usá-la para extorsão (a tática de dupla extorsão: criptografa e ameaça publicar). Para a clínica popular o impacto é amplificado pelo volume — não são dezenas, são milhares de titulares cujos dados de saúde, CPF e contato vazam de uma vez. Pela LGPD isso configura incidente de segurança com dado sensível, com dever de comunicação à ANPD e aos titulares quando houver risco relevante.
3. Fraude de pagamento e agendamento; 4. Comprometimento do sistema de gestão
Sistemas de agendamento online e pagamento mal protegidos abrem porta para fraude: agendamentos falsos que ocupam vagas, manipulação de valores, captura de dados de cartão na recepção por malware no caixa. Onde há captura de cartão presencial, aplicam-se as exigências do PCI-DSS sobre o ambiente que processa, armazena ou transmite dados de cartão. Já o ERP/PEP da clínica é o coração da operação e, muitas vezes, o elo mais fraco: rodando versão antiga, com credenciais padrão, acesso administrativo compartilhado e exposto à internet para permitir acesso remoto. Um único comprometimento desse sistema dá ao atacante acesso a tudo — prontuário, financeiro e agenda.
O padrão que se repete
Na esmagadora maioria dos incidentes de clínica popular, a porta de entrada não é uma técnica avançada. É acesso remoto (RDP) exposto, sistema de gestão sem atualização, senha fraca ou reutilizada, e e-mail de phishing que captura a credencial de um funcionário. São quatro problemas que o diagnóstico gratuito em decripte.com.br/intelligence-center identifica antes que virem incidente.
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A causa raiz é quase sempre a mesma
Quando a Decripte investiga um incidente nesse setor, a investigação forense costuma convergir para uma cadeia previsível. Primeiro, uma superfície de exposição: uma porta de acesso remoto aberta na internet, ou um sistema de gestão acessível externamente sem segunda etapa de autenticação. Segundo, uma credencial fraca, reutilizada ou capturada por phishing. Terceiro, ausência de detecção: o atacante circula pela rede por horas ou dias sem que ninguém perceba, porque não há monitoramento fora do horário comercial. Quarto, backups na mesma rede, sem isolamento, criptografados junto com o resto.
As cinco lacunas técnicas mais comuns na clínica popular
- ✓Acesso remoto (RDP/VPN) exposto à internet sem MFA e sem restrição de origem
- ✓Sistema de gestão e estações da recepção sem rotina de atualização de segurança
- ✓Rede plana, sem separar recepção, servidor de prontuários e equipamentos médicos
- ✓Backup único, online, na mesma rede — criptografado junto no ataque
- ✓Nenhum monitoramento ou alerta fora do horário de funcionamento
Cada uma dessas lacunas é corrigível com hardening e gestão de vulnerabilidades, sem reconstruir a infraestrutura. O ponto é que elas raramente são tratadas porque ninguém na clínica tem como função olhar para isso — e é justamente esse vazio que a Decripte preenche operando a segurança no lugar do time interno que a clínica não tem.
Anatomia de um incidente típico (exemplo real descaracterizado)
Importante
O caso a seguir é um exemplo real descaracterizado construído a partir de padrões reais do setor. não identifica o cliente nem expõe dados de terceiros. Serve para mostrar, fase a fase, como um ataque tipicamente acontece e como a Decripte responde.
Imagine a Policlínica Vida Plena (nome fictício): três unidades, atendimento de alto fluxo, um servidor central com o sistema de gestão e os prontuários, acesso remoto liberado para que a contabilidade e o gestor entrem de fora. Backup automático rodando para um disco na mesma rede. Sem MFA, sem monitoramento noturno, com um antivírus básico nas estações. Um perfil absolutamente comum.
Em uma sexta-feira à noite, depois do expediente, um grupo de ransomware que vinha varrendo a internet encontra a porta de acesso remoto exposta. Uma credencial de um usuário com senha fraca cede a um ataque de força bruta. O atacante entra, reconhece a rede em silêncio durante a madrugada, eleva privilégios, localiza e apaga as cópias de sombra do Windows, exfiltra a base de pacientes para fora e, na hora de menor movimento, dispara a criptografia. Na manhã de sábado, a recepção liga os computadores e encontra a tela de resgate. Nada abre. A agenda do dia já estava cheia.
O ponto de virada
O que separa a clínica que recupera em horas da que fica semanas parada não é a sorte: é ter backup imutável e isolado, e ter quem acione a resposta imediatamente em vez de gastar o fim de semana tentando resolver sozinho.
Como a Decripte estrutura a defesa proporcional ao porte
O grande mito é que segurança séria exige um datacenter e um time dedicado. Para a clínica popular, a Decripte faz o oposto: estrutura um programa enxuto que ataca primeiro o que mais reduz risco, operado remotamente, com custo proporcional ao porte. A lógica é de retorno: cada real investido fecha as portas que o ataque automatizado procura.
O que entra no programa básico de uma clínica popular
- ✓Tirar acesso remoto da exposição direta e exigir MFA em tudo que é remoto
- ✓Rotina de atualização e hardening do sistema de gestão e das estações
- ✓Backup imutável, isolado da rede e testado por restauração periódica
- ✓Segmentação mínima separando recepção, servidor de prontuários e equipamentos
- ✓Monitoramento 24x7 com alerta para atividade suspeita fora do horário
- ✓Mapa de dados pessoais e plano de resposta a incidentes para a LGPD
Esse conjunto não exige trocar o sistema de gestão nem contratar pessoal. É um trabalho de configuração, disciplina de manutenção e vigilância contínua — exatamente o que a Decripte entrega como serviço.
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LGPD em saúde sem virar projeto impagável
A LGPD (Lei 13.709/2018) classifica dado referente à saúde como dado pessoal sensível no art. 11, sujeito a um regime de tratamento mais rígido. Para a clínica popular isso significa que prontuários, histórico clínico e até a simples informação de que alguém é paciente exigem base legal adequada, controle de acesso e proteção reforçada. Em caso de incidente que possa acarretar risco ou dano relevante aos titulares, há o dever de comunicar a ANPD e os titulares afetados em prazo razoável.
Pontos de LGPD que mais pegam clínicas
- ›Dado de saúde é sensível (art. 11) — exige base legal específica e controle de acesso reforçado
- ›Incidente com risco relevante exige comunicação à ANPD e aos titulares
- ›É preciso manter registro das operações de tratamento e nomear encarregado (DPO)
- ›Compartilhamento com laboratórios, planos e parceiros precisa de contrato e base legal
- ›Reter prontuário pelo prazo legal e descartar o que não tem mais base para guardar
A Decripte não entrega um calhamaço jurídico genérico. Estrutura o programa de conformidade de forma operacional: mapeia onde os dados estão, define quem acessa o quê, organiza o registro de tratamento, prepara o plano de resposta a incidentes que a LGPD exige na prática e dimensiona tudo ao porte da clínica popular — sem transformar conformidade em projeto que nunca termina nem cabe no caixa.
Por que monitoramento 24x7 muda o jogo
O detalhe mais subestimado do caso da Policlínica Vida Plena é o horário: o ataque detonou na madrugada de sábado. Isso não é coincidência. Atacantes escolhem deliberadamente o momento em que ninguém está olhando. Uma clínica que só tem alguém de olho de segunda a sexta, das 8h às 18h, está cega justamente quando o ataque acontece.
A janela cega
Mais da metade das horas da semana são fora do horário comercial. Sem SOC 24x7, é nesse intervalo que o atacante reconhece a rede, exfiltra dados e dispara o ransomware — sem pressa e sem ser notado.
Com o SOC 24x7 da Decripte, o comportamento anômalo da madrugada — uma sessão remota inesperada, varredura interna da rede, exclusão de cópias de sombra — gera alerta e aciona contenção antes da criptografia total. É a diferença entre detectar o intruso no reconhecimento e descobri-lo pela tela de resgate.
O custo real de não estar preparado
O resgate é só a parte visível. Em uma clínica popular paralisada, o custo se acumula em camadas: faturamento perdido por dia parado, custo de recuperação e perícia, eventual sanção da ANPD por falha de proteção de dado sensível, ações de pacientes cujos dados vazaram, e o dano reputacional em um negócio que vive de confiança e indicação. Pagar o resgate, além de não ser garantia de recuperação, financia o crime e não resolve o vazamento já consumado.
Pagar o resgate não é solução
Mesmo pagando, parte das vítimas não recupera os dados integralmente, e os dados exfiltrados continuam nas mãos do atacante. A única defesa real é não depender do resgate: backup imutável testado, detecção precoce e capacidade de resposta. É mais barato prevenir do que recuperar — e infinitamente mais barato do que a soma de tudo que um incidente cobra.
Por isso a Decripte trata o investimento em segurança como redução de risco mensurável: começa pelo diagnóstico gratuito que mostra a exposição real, prioriza o que mais reduz a chance de incidente e estrutura a operação contínua que sustenta a proteção ao longo do tempo. Comece em decripte.com.br/intelligence-center ou veja os planos pagos em /planos.
Policlínica Vida Plena: ransomware na madrugada, atendimento parado no sábado (exemplo real descaracterizado)
Real, de-identified example
Exemplo real descaracterizado, não cliente real. Policlínica de alto fluxo com três unidades, servidor central de prontuários e sistema de gestão, acesso remoto exposto à internet para sócios e contabilidade, sem MFA, backup em disco na mesma rede e nenhum monitoramento fora do horário comercial. Um perfil técnico comum no setor.
Reconhecimento e invasão
Sexta à noite, após o expediente, um grupo de ransomware que varria a internet encontra a porta de acesso remoto exposta. Uma credencial com senha fraca cede a força bruta e o atacante entra na rede sem disparar alarme algum.
Movimentação e exfiltração
Durante a madrugada o atacante reconhece a rede em silêncio, eleva privilégios, apaga as cópias de sombra do Windows e exfiltra a base de pacientes para fora — preparando a dupla extorsão (criptografar e ameaçar publicar).
Detecção
No mundo sem SOC, a detecção só ocorre no sábado de manhã, quando a recepção liga os computadores e encontra a tela de resgate. Na linha do tempo com a Decripte, o comportamento anômalo da madrugada gera alerta no SOC 24x7 ainda na fase de reconhecimento.
Contenção
A Decripte é acionada e, dentro do SLA de contenção, isola a rede, corta o acesso remoto comprometido, preserva evidências forenses e impede que a criptografia ou a exfiltração avancem para as unidades ainda intactas.
Erradicação
Identificada a credencial e a porta de entrada, a equipe remove os artefatos do atacante, revoga e redefine credenciais, fecha a exposição do acesso remoto e elimina os mecanismos de persistência deixados na rede.
Recuperação
Com backup imutável e isolado (estruturado pela Decripte), os sistemas são restaurados a partir de cópia limpa e validada, sem pagar resgate. O atendimento volta em horas, não em semanas, e cada restauração é verificada antes de religar a operação.
Notificação LGPD
Como houve exfiltração de dado sensível, a Decripte apoia a avaliação de risco aos titulares e a comunicação à ANPD e aos pacientes afetados, conforme exige a Lei 13.709/2018, documentando o incidente e as medidas adotadas.
Lições e estruturação
Encerrada a crise, a clínica passa a operar com MFA no acesso remoto, hardening do sistema de gestão, segmentação de rede, backup imutável testado, monitoramento 24x7 e programa de LGPD proporcional ao porte — fechando as portas que permitiram o ataque.
Outcome with Decripte
No cenário com a Decripte, o que seria semanas de paralisação, pagamento de resgate e vazamento descontrolado vira um incidente contido em horas, recuperado por backup limpo e tratado dentro da LGPD. A clínica sai do episódio com um programa de segurança estruturado e contínuo, em vez de voltar à mesma exposição de antes.
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Como a Decripte responde a um incidente em clínica popular
Quando o atendimento para por ransomware ou há suspeita de vazamento, cada minuto conta. A resposta da Decripte segue um fluxo testado, com SLA de contenção, para estancar o dano e devolver a operação no menor tempo possível.
- Acionamento e triagem imediata: a equipe de resposta entra em ação, classifica a gravidade e identifica os sistemas afetados — prontuários, agenda, financeiro e backups.
- Contenção dentro do SLA: isolamento da rede e dos hosts comprometidos, corte do acesso remoto explorado e bloqueio da propagação para unidades e sistemas ainda intactos.
- Preservação forense: coleta e preservação de evidências (logs, imagens de memória e disco) para entender a causa raiz e sustentar a notificação à ANPD sem destruir a cena.
- Erradicação: remoção dos artefatos do atacante, revogação e redefinição de credenciais, fechamento das vulnerabilidades exploradas e eliminação dos mecanismos de persistência.
- Recuperação por backup limpo: restauração dos sistemas a partir de cópia imutável e validada, sem pagar resgate, com verificação de integridade antes de religar o atendimento.
- Apoio à conformidade LGPD: avaliação de risco aos titulares e suporte à comunicação à ANPD e aos pacientes quando o incidente envolve dado sensível, com a documentação exigida.
- Relatório e plano de remediação: entrega do relatório do incidente com causa raiz e recomendações priorizadas para que a mesma porta não seja reaberta.
- Transição para operação contínua: a clínica passa a contar com monitoramento 24x7 e gestão de vulnerabilidades para detectar e fechar exposições antes do próximo ataque.
Como a Decripte estrutura a segurança da clínica popular
Depois de conter (ou para evitar) o incidente, a Decripte monta um programa enxuto e proporcional ao porte, atacando primeiro o que mais reduz risco e operando a segurança no lugar do time interno que a clínica não tem.
Gestão de vulnerabilidades e hardening
Identificação contínua das exposições — acesso remoto, sistema de gestão, estações da recepção — com correção priorizada por risco, MFA no acesso remoto, fim de credenciais padrão e segmentação mínima da rede separando recepção, prontuários e equipamentos médicos.
Backup imutável e resiliência
Estruturação de backup isolado da rede, imutável e testado por restauração periódica, para que um ransomware não criptografe a cópia junto com o original e a recuperação aconteça em horas, sem depender de resgate.
Monitoramento e resposta contínua
SOC 24x7 vigiando o ambiente inclusive na madrugada e nos fins de semana, com alertas para atividade suspeita e capacidade de resposta a incidentes acionável dentro do SLA de contenção.
Conformidade LGPD em saúde
Mapeamento de dados pessoais sensíveis, definição de base legal e controle de acesso, registro das operações de tratamento, apoio à figura do encarregado e plano de resposta a incidentes alinhado à Lei 13.709/2018 — dimensionado ao porte da clínica.
Governança proporcional ao porte
Políticas e rotinas enxutas que a equipe da clínica consegue seguir, com a operação técnica entregue como serviço pela Decripte, sem exigir contratação de pessoal de segurança nem troca da infraestrutura existente.
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Resposta a Incidentes
Quando o ransomware para o atendimento ou há suspeita de vazamento de prontuários, é o serviço que contém dentro do SLA, recupera por backup limpo e apoia a notificação à ANPD exigida pela LGPD em incidentes com dado sensível.
See plan →SOC 24x7
Cobre a janela cega de madrugadas e fins de semana, exatamente quando o ataque costuma detonar na clínica de alto fluxo, detectando o intruso na fase de reconhecimento em vez de pela tela de resgate.
See plan →Gestão de Vulnerabilidades
Fecha as portas que o ataque automatizado procura — acesso remoto exposto, sistema de gestão sem patch, credenciais fracas — com hardening e correção priorizada por risco, proporcional ao porte da clínica.
See plan →Conformidade
Estrutura o programa de LGPD para dados de saúde (art. 11) de forma operacional e acessível, com mapa de dados, controle de acesso, registro de tratamento e plano de resposta a incidentes.
See plan →Frequently asked questions
Minha clínica é pequena e tem orçamento apertado. Segurança não é coisa de hospital grande?
Não. O risco vem do volume de dados e da exposição, não do tamanho do prédio. Uma clínica popular concentra milhares de prontuários sobre infraestrutura simples, o que a torna alvo fácil para ataque automatizado. A Decripte estrutura um programa proporcional ao porte, atacando primeiro o que mais reduz risco, e opera a segurança como serviço — sem exigir time interno. Comece pelo diagnóstico gratuito em decripte.com.br/intelligence-center.
O que faço agora se a clínica foi atingida por ransomware e nada abre?
Não pague o resgate por impulso, não desligue nem reinicie tudo às cegas (você pode destruir evidências e backups recuperáveis) e isole imediatamente os equipamentos da rede. O ideal é acionar resposta a incidentes o quanto antes — o serviço de Resposta a Incidentes da Decripte atua com SLA de contenção para estancar o dano, preservar evidências e recuperar a operação. Conheça os planos em /planos.
Preciso avisar a ANPD se vazarem dados de pacientes?
Dado de saúde é dado pessoal sensível pela LGPD (art. 11 da Lei 13.709/2018). Quando o incidente puder acarretar risco ou dano relevante aos titulares, há o dever de comunicar a ANPD e os titulares afetados. A Decripte apoia a avaliação de risco, a documentação do incidente e a comunicação, dentro do serviço de Resposta a Incidentes e do programa de Conformidade.
Tenho antivírus nas máquinas. Não é suficiente?
Antivírus é uma camada, não o programa todo. Ele não fecha um acesso remoto exposto, não corrige um sistema de gestão sem patch, não cria backup imutável e não vigia a rede de madrugada. Os incidentes que param clínicas costumam entrar exatamente por essas brechas que o antivírus não cobre. A Gestão de Vulnerabilidades e o SOC 24x7 cuidam dessas camadas.
Como saber o que está exposto na minha clínica sem gastar nada agora?
Pelo diagnóstico gratuito de Gestão de Ameaças em decripte.com.br/intelligence-center. Ele mostra a exposição real do seu ambiente — acessos remotos abertos, serviços expostos e sinais de risco — antes que um atacante descubra. É o ponto de partida recomendado para qualquer clínica.
Vou precisar trocar meu sistema de gestão ou contratar gente de TI?
Na maioria dos casos, não. O programa básico é trabalho de configuração, hardening, backup, segmentação e vigilância — sem reconstruir a infraestrutura nem trocar o ERP/PEP. A operação técnica é entregue pela Decripte como serviço, justamente para a clínica que não tem time interno de segurança.
Backup eu já faço. Isso me protege do ransomware?
Depende de como ele é feito. Backup na mesma rede e online costuma ser criptografado junto com o resto no ataque. O que protege é backup imutável, isolado da rede e testado por restauração — backup que nunca foi restaurado não é backup confiável. A Decripte estrutura e valida esse modelo de resiliência.
Atendemos com cartão na recepção. Isso muda alguma coisa?
Sim. Onde há captura, processamento ou transmissão de dados de cartão, aplicam-se as exigências do PCI-DSS sobre esse ambiente. Isso reforça a necessidade de segmentar a rede do caixa, proteger as estações e monitorar fraude de pagamento. Esse escopo entra na Gestão de Vulnerabilidades e na Conformidade.
Sector terms
- Ransomware
- Software malicioso que criptografa os dados e sistemas da vítima e exige resgate para liberá-los. Na tática de dupla extorsão, o atacante também exfiltra os dados e ameaça publicá-los, somando vazamento à paralisação.
- Dado pessoal sensível
- Categoria da LGPD (art. 11 da Lei 13.709/2018) que inclui dados sobre saúde. Tem regime de tratamento mais rígido, exigindo base legal específica, controle de acesso reforçado e proteção especial — exatamente o tipo de dado que uma clínica concentra.
- Backup imutável
- Cópia de segurança que não pode ser alterada nem apagada após criada e fica isolada da rede de produção. É a defesa central contra ransomware: mesmo que o ataque criptografe tudo, a cópia limpa sobrevive e permite recuperação sem pagar resgate.
- SOC 24x7
- Centro de Operações de Segurança que monitora o ambiente de forma contínua, inclusive de madrugada e nos fins de semana. Permite detectar o atacante ainda na fase de reconhecimento, antes da criptografia, fechando a janela cega fora do horário comercial.
- Hardening
- Processo de reduzir a superfície de ataque de sistemas e redes por configuração segura: desativar serviços desnecessários, exigir MFA, eliminar credenciais padrão, aplicar atualizações e restringir acessos. É o trabalho que fecha as portas exploradas em incidentes.
- ANPD
- Autoridade Nacional de Proteção de Dados, órgão responsável por fiscalizar o cumprimento da LGPD no Brasil. Em incidentes de segurança com risco relevante a titulares, há o dever de comunicá-la, junto com os titulares afetados.
Decripte protects and responds to incidents in clínicas populares e policlínicas.
Pentest, 24x7 SOC, incident response with a 1-hour containment SLA and compliance — without building an internal team. Or start free by seeing what has already leaked from your company.
